Lembram de Millôr, o escritor sem nenhum peristilo? Sim, eu sou tão velho que ainda alcancei vida inteligente na Veja: 2 entrevistas (Cleuza Turra e Oded Grajew) e as páginas semanais do Millôr.
Eu li já umas 1.300 páginas de nosso mestre que se ombreia entre os maiores e que deve se contorcer igual a um Simão ao ver o que os brasileiros estão lendo e chamando de humor, pouco tempo após sua morte.
Definitivamente, o estilema de Millôr, no meu entendimento é este.
Como sou um humorista abusado, vou cometer uma idiossincrasia, e sugerir uma ampliação da frase. Ai vai (pedras, por favor, só até 500 gramas!)
O Homem é o único animal que pode rezar. E em não rezando, mostra o animal que quer ser.
Amanhã, o pow no Descartes será mais direto, e-reto e intro-metido.
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